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por Vaneza Mello.

De 10 a 14 de maio, a China receberá artistas de vários países para participar do Latin American Pavillion (LAP) ou Pavilhão da América Latina na Feira de Arte Internacional de Shangai 2012. Entre os convidados, está o artista baiano Ricardo Franco.
Com uma produção já aceita nos mercados de Portugal e Espanha, o artista brasileiro se destacou no mês de abril por sua participação Bienal de Arte Contemporânea Européia e Latino Americana (BELA). As obras estarão expostas na BELA até o início de junho.

Há mais de dois anos, Ricardo Franco retornou ao mundo das artes. Buscou como anteparo as telas. A utilização das técnicas, que expressam o cotidiano de Salvador, variam da pintura digital a métodos tradicionais da pintura sobre a tela. Descoberto pela crítica de arte, Mariana Toucinho, e fez sua primeira exposição internacional na PM Galary, em Barcelona. “ Minha técnica reforça também minha história. Sou também diretor de arte e o mundo da publicidade oferece materiais diversos para uma composição. Foi o que aconteceu comigo. Extraí do dia a dia, elementos que podem ser inseridos no mundo das artes. Os coloco com o propósito de torná-lo memória e instigar o observador sobre um anteparo tão simples e tão tradicional.”
Entre todas as obras de Ricardo Franco, o quadro selecionado para representar a sua arte na Bienal de Arte Contemporânea Européia e Latino-Americana será a obra “Menino na Praia”. A Bienal acontece na Galeria dos Jardins do Palácios dos Cristais, em Porto, Portugal, de 31 de março a 03 de junho de 2012.

A BELA Bienal pretende ir além do objetivo de reunir artistas da Europa e da América Latina, unindo duas culturas diferentes em um mesmo espaço. O projeto
pretende revelar na obra de cada artista, a interferência do meio em que vivem e trabalham, indo além da capacidade criativa individual. O conceito que move a Bienal pressupõe, acima de tudo,uma atitude de inquietação e ousadia com relação à
criatividade, de forma que o público possa perceber o resultado do olhar diferenciado e inovador de cada artista. Dessa forma, promover a abertura de uma discussão e um
diálogo sobre o que realizam, no cenário da arte contemporânea, culturas tão distantes geograficamente falando, mas próximas, do ponto de vista criativo. Em suma,
o encontro busca obter um olhar único quando se pensa e reflete sobre o universo artístico, o olhar da criatividade individual, mas permeado por diferentes vieses de vivências próprias de cada artista, seus espaços culturais e lugares de vida cotidiana. A partir desse principio democrático, a Bela Bienal quer permitir um diálogo entre
culturas distintas, mas unidas pela arte, atividade que proporciona uma união sem fronteiras.
Com o objetivo inicial de ser uma exposição para quebrar barreiras em prol da arte, a BELA Bienal vai além disso. A América e a Europa estarão com as suas culturas entrelaçadas através das obras dos artistas participantes.
BELA Biennial aims to go beyond the objective of gathering artists from Europe and Latin America, placing side by side two different cultures in the same space. The project aims to expose in the works of each artist, the interference of the environment in which they live and work in, going beyond the individual creative ability.
Veja mais aqui!
Catalogar o que os olhos vêem e o coração sente através de uma lente é sintetizar lembranças de momentos e perspectivas. Poetizar o cotidiano é um exercício de sensibilidade. Com uma câmera na mão e o espírito e a mente em perfeita comunhão é possível registrar o melhor de cada ambiente, momento, intenção, sentimento.
Ricardo Franco iniciou no caminho da pintura recentemente com um domínio técnico surpreendente , com um espirito criativo que só os verdadeiros artistas possuem, desenvolve uma pintura impressionista tendo a fotografia como referencia , explorando temas do cotidiano recortado pelo seu olhar!Ricardo Franco veio para ficar e já começou por onde muitos ainda não chegaram, já apostando em trabalhos conceituais que requer um pouco mais de experiencia, aponta soluções de um olhar diferenciado, demostrando um dialogo fácil com os objetos e as formas! Ganha a Bahia mais um artista e espero ver cada vez mais Ricardo assumindo o seu papel que é de destacar o que a vida lhe revela através da arte!”
-Leonel Mattos, Artista Plástico
“A pintura de Ricardo Franco, um artista em começo de carreira, quer
mostrar antes de tudo a vibração da luz e da cor, as figuras se
desmancham em manchas, querem ser pinturas e nada mais. O artista,
depois de passar pela fotografia, visita o impressionismo e o
expressionismo para buscar referências para desenvolver seu trabalho e
criar um repertório. E assim suas pinturas se deslancham, traçando um
percurso. Figura e fundo se alternam, sombras sugerem imagens ou
vazios desenhados na paisagem que sonha a abstração.”
Almandrade - Crítico de Arte, Urbanista e Arquiteto
O local da exposicao
Localizada no Rio Vermelho, o Atelier de Leonel Mattos serve como ponto de cultura para novos e consagrados artistas. Com 120 m e uma estrutura singular, o artista abre a sua casa com um único objetivo, Fortalecer as artes plásticas.
JP::
A sua pintura tem muito da base fotografia, como isso começou?
Ricardo Franco::
Comprei uma câmera profissional e comecei a usá-la . Algumas das fotos que tirava me mostra: va outra coisa, então pensava: - Isso dá um quadro. Comecei a treinar, comprei quadros para os meus filhos pintarem junto comigo. Eles faziam os desenhos e eu pintava. Pintei o meu primeiro quadro a mais ou menos um ano.
REGISTRO EXPOSIÇÃO:
Video da Exposição 6 novos artistas, que aconteceu no Atelier de Leonel Mattos. Primeira exposição de Ricardo Franco em Salvador. O artista tinha acabado de chegar do Rio de Janeiro aonde foi premiado no Salão de Artes com o Pincel de Prata na principal categoria da noite
Direção e Captação: João Lins
Artista: Ricardo Franco
Local: Atelier de Leonel Mattos

Catalogar o que os olhos vêem e o coração sente através de uma lente é sintetizar lembranças de momentos e perspectivas. Poetizar o cotidiano é um exercício de sensibilidade. Com uma câmera na mão e o espírito e a mente em perfeita comunhão é possível registrar o melhor de cada ambiente, momento, intenção, sentimento. A curiosidade, que é provocada pela vista de algo novo e diferente, é alimentada pelo frisson de ter a oportunidade de fotografar. A arte de fotografar ultrapassa qualquer técnica desenvolvida.
Uma câmera pode ser definida como a interface que liga o palpável ao intangível.
High-res
FOTOS DE RICARDO FRANCO
Catalogar o que os olhos vêem e o coração sente através de uma lente é sintetizar lembranças de momentos e perspectivas. Poetizar o cotidiano é um exercício de sensibilidade. Com uma câmera na mão e o espírito e a mente em perfeita comunhão é possível registrar o melhor de cada ambiente, momento, intenção, sentimento. A curiosidade, que é provocada pela vista de algo novo e diferente, é alimentada pelo frisson de ter a oportunidade de fotografar. A arte de fotografar ultrapassa qualquer técnica desenvolvida. Uma câmera pode ser definida como a interface que liga o palpável ao intangível.
Thiago::
Qual o seu estilo?
Ricardo Franco::
Comecei com a digital art, passei para a pintura a óleo e hoje faço as obras em acrílico - A minha pintura é mais contemporânea, impressionista - Gosto das veladuras, do trabalho de Van Gogh e Renoir. Me identifico também com a pintura de Newton Mesquita, as cores de sua arte são tocantes. Como fiz a publicidade, hoje estudo muito e estou no momento pesquisando ismos - as fazes da arte -, uma dessas está me seduzindo muito, a arte conceitual e eu estamos cada vez mais íntimos. O lance de você mudar o conceito das coisas e criar impacto é fascinante. Gosto do trabalho de mestres que trouxeram um conceito a arte moderna. Ver em objetos do cotidiano a possibilidade de criar impacto e novos conceitos com significado que transcende o simples a arte é apaixonante.
Entre todas as obras de Ricardo Franco, o quadro selecionado para representar a sua arte na Bienal de Arte Contemporânea Européia e Latino-Americana será a obra “Menino na Praia”. A Bienal acontece na Galeria dos Jardins do Palácios dos Cristais, em Porto, Portugal, de 31 de março a 03 de junho de 2012.

A BELA Bienal pretende ir além do objetivo de reunir artistas da Europa e da América Latina, unindo duas culturas diferentes em um mesmo espaço. O projeto
pretende revelar na obra de cada artista, a interferência do meio em que vivem e trabalham, indo além da capacidade criativa individual. O conceito que move a Bienal pressupõe, acima de tudo,uma atitude de inquietação e ousadia com relação à
criatividade, de forma que o público possa perceber o resultado do olhar diferenciado e inovador de cada artista. Dessa forma, promover a abertura de uma discussão e um
diálogo sobre o que realizam, no cenário da arte contemporânea, culturas tão distantes geograficamente falando, mas próximas, do ponto de vista criativo. Em suma,
o encontro busca obter um olhar único quando se pensa e reflete sobre o universo artístico, o olhar da criatividade individual, mas permeado por diferentes vieses de vivências próprias de cada artista, seus espaços culturais e lugares de vida cotidiana. A partir desse principio democrático, a Bela Bienal quer permitir um diálogo entre
culturas distintas, mas unidas pela arte, atividade que proporciona uma união sem fronteiras.
Com o objetivo inicial de ser uma exposição para quebrar barreiras em prol da arte, a BELA Bienal vai além disso. A América e a Europa estarão com as suas culturas entrelaçadas através das obras dos artistas participantes.
Ricardo Franco nasceu em Salvador, Bahia, em 11 de outubro de 1974. Cursou artes plásticas na Universidade Católica e, ao 26 anos, fundou a Graal Comunicação, empresa do ramo de Publicidade que atua no mercado baiano. Sua atuação como publicitário já lhe rendeu diversos prêmios como o primeiro lugar no concurso nacional de criação da Marca e Slogan do Carnaval de Salvador. Idealizou e desenvolveu, em parceria com a Empresa de Limpeza Urbana de Salvador, o projeto CD socioambiental de Canabrava, O projeto foi finalista do Bahia Ambiental e foi homenageado com o título de Dr Honoris Causa pela IBERO América. Ainda dentro de sua atuação publicitária, criou o personagem Sinalzito, usado pelo DETRAN/BA para campanhas de educação para o trânsito. Como resultado, recebeu diversas citações do Denatran e do governador do Estado.
Ao mesmo passo em que atua na Publicidade, Ricardo Franco encontra na fotografia mais um canal para expressar seu lado criativo, utilizando-se de composições variadas que irão ser compiladas em um livro em processo de impressão.
O seu lado artista plástico foi resgatado em 2009, quando conseguiu tempo para aliar seu lado profissional à arte. Desde então, vem desenvolvendo projetos que utilizam-se de diversas técnicas como a de pinturas digitais, óleo e acrílico, entre outros.