Ricardo Franco

A arte de Ricardo Franco é como o artista, inquieta. Presa na tela ela nos liberta. Exorciza preconceitos, afaga bons sentimentos e enquanto se desnuda em silêncio, aos poucos, provoca profundamente quem a sente. É o novo que se eleva ali, expondo-se sem medo, de costas, de frente, de norte a sul, de corpo e de alma.

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Arte Expo 2014 - NY


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Em abril Ricardo Franco estará participando da Artexpo New York a convite de Edson Cardoso da AVA Galeria em seu espaço. A cada ano, milhares de membros da indústria arte participam Artexpo New York em busca da arte e dos artistas que irão moldar as tendências em galerias de todo o mundo. O evento que a cada ano recebe  15.000 apreciadores de arte ávidos, vem se tornando o maior encontro internacional de compradores qualificados, incluindo galeristas e gestores , comerciantes de arte , designers de interiores , arquitetos, compradores de arte em geral.

 O stand da AVA Galleria na feira Artexpo New York apresenta, pelo segundo ano  consecutivo, uma seleção de obras de arte que representam diferentes estilos e   tendências verificadas no cenário artístico do Brasil e da Finlândia, além de apresentar ao   público local algumas intersecções entre as culturas dos dois países.  A participação da AVA Galleria na feira Artexpo NY também faz parte das iniciativas de   divulgação da AVA Escritório de Arte, uma estrutura que será inaugurada em setembro   pela AVA Galleria em Nova Iorque para realizar, de maneira contínua e consistente, a   representação do artista na cidade.  A AVA Galleria apresenta em seu stand obras de arte dos seguintes artistas: Eeva-Liisa   Isomaa, Marko Viljakka, Maaria Märkälä, Jari Järnström, Gunilla Helve, Kirsi Kuusisto,   Bambu Hellstedt, Ipi Kärki, Gisella Eliassen, Ingrid Schöön-Holmberg, Lisbeth Cedwall,   Åsa Peck, Karin Ellestrand-Bengtson, Cristina Bahiense, Rosa de Jesus, Cesar Gomes,   Carmen Thompson, Avilmar Maia, Edineusa Bezerril, João Bosco Millen, Sylvia Soares,   Tereza Vianna, Liliane Braga, Sandra Portto, Ricardo Franco, Dirce Fett, Rose Aguiar,   Vera Pavanelli, Juliana Pavanelli, Ritchard Rodriguez, Lucia Dacosta.  A feira Artexpo NY é uma das maiores e mais conhecidas feiras de arte do mundo. Já vem   sendo realizada há 35 anos, e recebe a visita de aproximadamente 15.000 pessoas a   cada edição. Este ano a galeria ocupa o stand número 251, situado no coração do evento,   realizado no Pier 94. 

Serviço:  Evento: Feira Artexpo NY - Stand da AVA Galleria

Exposição de obras de arte de artistas Brasileiros e Finlandeses 

Local: Pier 94  Endereço: 711 12th Ave (55th Street & the West Side Highway)  New York, NY 10019-5399   artexponewyork.com 

Palacete das Artes recebe exposição “Arte Captada”, de Ricardo Franco - Mostra será aberta ao público dia 9 de fevereiro

A exposição individual “Arte Captada”, do artista visual e publicitário Ricardo Franco, será aberta ao público dia 9 de fevereiro (domingo), às 14h, na Galeria Mansarda do Palacete das Artes. As pinturas revelam o olhar do artista através de técnicas impressionistas, onde a luz é elemento fundamental na percepção do que está sendo mostrado. Uma das telas é “A mobilidade de Duchamp”, trabalho realizado em homenagem ao pai do ready-made Marcell Duchamp.  

 

“O artista baiano utiliza a roda da bicicleta, tão cara aos ideais de Duchamp, e a recoloca no seu lugar de origem num simples cotidiano. São nas similitudes físicas que Ricardo Franco apoia seu trabalho”, destaca a pesquisadora de artes visuais, Vaneza Mello. Para o colecionador Nino Nogueira, ao conhecer a obra de Franco pela primeira vez, notou claramente o domínio da técnica do artista. “Ele utiliza referências do cotidiano, trabalhando inicialmente com fotografia, depois velando como uma pintura expressionista, com pinceladas gestuais com veladuras surpreendentes e tons fortes. A pintura é carregada de emoção, como se fosse um registro do olhar, sobre sua volta!”

 

O publicitário trabalha não apenas com pinturas, mas também com desenhos, fotografias e esculturas. A mostra exibe, antes de tudo, a vibração da luz e da cor; as figuras que se desmancham em manchas, querem ser pinturas e nada mais. Além de passar pela fotografia, a obra de Franco visita o impressionismo e o expressionismo para buscar referências no desenvolver da sua obra e criar um repertório. 

 

Sobre o artista:

Ricardo Franco vive e trabalha em Salvador, onde nasceu. Realizou sua primeira exposição individual em 2011. Participou de exposições coletivas em Barcelona, Paris, Finlândia, Portugal, Egito, New York, Shangai, entre outras. Tem trabalhos exibidos em grandes exposições coletivas em Salvador, Feira de Santana, São Paulo e Rio de Janeiro, onde seu trabalho foi premiado duas vezes no Salão de Artes. Recebeu o troféu destaque 2011 em Niterói, além de honra ao mérito de melhor tema no Salão Internacional de Arte Contemporânea em Barcelona. 

 

Serviço:

Exposição “Arte Captada”, de Ricardo Franco

9 de fevereiro, às 14h

Palacete das Artes (Galeria Mansarda)

Rua da Graça, 284 - Salvador – BA

3117 6997/6986

www.palacetedasartes.ba.gov.br

Ricardo Franco expõe no Palacete das Artes, em Salvador

O artista Visual baiano Ricardo Franco começa o ano de 2014 com o pé direito. Isto porque a sua Exposição Arte Captada estará aberta para o público no Palacete das Artes, antigo Museu Rodin na Galeria da Mansarda.  Com o período previsto de 30 de Janeiro a 08 de março, o artista fará a sua apresentação individual no local onde passaram grandes nomes das Artes Plásticas, como: Rodin, Mario Cravo, Newton Mesquita, Frans Krajcberg, César Romero, Tunga, Pierre Verger, Jenner Augusto, Iberê Camargo, Bel Borba, entre outros. 
 O artista vive e trabalha em Salvador, onde nasceu. Realizou sua primeira exposição individual em 2011. Participou de exposições coletivas em Barcelona, Paris, Finlândia,Portugal, Egito, New York, Shangai, entre outras. Foi um dos artistas selecionados para a importante Bienal de Arte Contemporânea Europeia e latino-americana em Portugal. Teve uma de suas obras expostas na Times Square, NY, na Exposição Artists Wanted. Seu trabalho já foi exibido em grandes exposições coletivas em Salvador, Feira de Santana, Rio de Janeiro e em São Paulo.
Foi premiado duas vezes no Salão de Artes do Rio de Janeiro. Recebeu o troféu destaque 2011 em Niterói; além do prêmio de melhor tema no Salão Internacional de Arte Contemporânea em Barcelona. A convite do Jornal A Tarde, fez o troféu comemorativo dos 50 anos da travessia Mar Grande Salvador. 
Tem críticas de Curadores como Eduardo Evangelista, membro da Associação Brasileira dos Críticos de Arte, do Marchand Nino Nogueira, Vaneza Mello e  de artistas como Chico Mazzoni, Miguel Cordeiro, Leonel Mattos, Almandrade.
Trabalha com pinturas, desenhos, fotografias e esculturas. Seu trabalho mostra antes de tudo a vibração da luz e da cor; as figuras que se desmancham em manchas, querem ser pinturas e nada mais. O artista, depois de passar pela fotografia, visita o impressionismo e o expressionismo para buscar referências no desenvolver do seu trabalho e criar um repertório. 

FLAGRANTES FUGAZES DE RICARDO FRANCO por Chico Mazzoni

Os críticos puristas odeiam a Internet. Dizem que uma obra de arte fica distorcida e perde o real valor que possui ao vivo. Como não sou crítico,  fico me perguntando se teria me permitido ser artista, desde pequeno, uma vez que eu só tive contato direto com as obras de referencia, aos 24 anos, quando finalmente pude ir à Europa, embora já as conhecesse através das publicações, nas estantes do meu pai. O impacto que as imagens provocam nas pessoas, de um modo geral, independe do modo com que elas chegam às suas retinas, seja através dos livros impressos, seja através dos meios digitais e quando elas possuem qualidades, estas se revelam de qualquer maneira. Nenhuma arte ruim consegue enganar na Internet.

Falo isto porque conheço as pinturas do artista plástico Ricardo Franco através do meio virtual e não me surpreende o grande impacto que me causam, apesar de não ter tido contato direto com elas. Nós mesmos (eu e Ricardo) só nos conhecemos através da Internet, apesar de, ironicamente, morarmos na mesma rua. Isto quer dizer vida contemporânea, como contemporânea se revela a arte de Ricardo, com seus flagrantes fugazes.

Velocidade talvez seja a maior virtude (ou o maior defeito) da realidade dos nossos dias e ela vem bastante traduzida e interpretada nos quadros deste artista, mesmo em quadros em que o motivo se encontre parado, como nos seus retratos. Mesmo neles sente-se a inexorável passagem do tempo, a afirmação de uma imagem temporal. No próprio retrato que ele me fez e me mandou, há pouco tempo, de viés expressionista, percebo que já não estarei mais ali, no instante seguinte, o que me causa certa perplexidade e medo. Habilidade para isto consegue apenas quem tem domínio sobre o que faz.

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Os quadros de Ricardo Franco possuem, não importa se intuitiva ou conscientemente uma velocidade contemporânea, um processo contínuo, cinemático. Esta velocidade me atrai de modo particular porque também estive e estou  à procura dela em várias fases da minha pintura  e com ela me identifico. Ela nos conduz necessariamente à contradição, que também é própria do nosso tempo, de termos que parar para existir, de alguma maneira, como se congelássemos fotogramas de uma película, nos flagrantes mais insuspeitados. Isto ocorre, de maneira clara, na “Mobilidade de Duchamp”, na “Bike”, no "Passarinho", no "Consolo" ou no "Arpoador". Nestes e em outros quadros  o artista se permite editar, cortar, decupar os "fotogramas" que ele escolhe da vida, de modo intrigante, para fixar suas imagens como num Ukiyo-e japonês.

Para ratificar a identidade do trabalho de Ricardo Franco com as linguagens contemporâneas é necessário que se fale ainda de economia. Sem pretender ser “clean” ou “minimalista”, modas dos dias de hoje que acabam contaminando certos artistas, Ricardo consegue uma economia precisa nas suas pinturas, usando apenas o suficiente em traços, manchas e cores para atingir a sua poética. Na série dos “Meninos na Praia” e no “Mais um dia”, entre outros quadros,  esta economia se apresenta de modo evidente.

Por último, a influência de Newton Mesquita, assumida pelo artista em seu trabalho, só comprova seu bom discernimento na escolha das referências. Dele, Ricardo repropõe e reinterpreta superfícies planas, sólidas e em alto contraste porém com uma pincelada de textura mais expressionista, mais explícita, mais complacente que infere identidade a seus quadros.

Velocidade, economia, decupagem e boas referências são, enfim, tudo o que este artista perspicaz precisa para melhor configurar os flagrantes fugazes da existência contemporânea, de modo  verdadeiro e franco.

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Salvador, novembro de 2013


The artist influences go through Impressionism and Expressionism, to seek references to create his own repertoire.

Franco lives and works in Salvador City, Bahia, Brazil, where he was born. He held his first solo exhibition in 2011. He was invited to group exhibitions in Barcelona, Paris, Finland, Portugal, Egypt, New York, Shanghai, and was one of the artists selected for the renowned Biennial of European and Latin America Contemporary Art - BELA, in Portugal. Franco had one of his artworks exhibited at Times Square, New York, in the Artists Wanted show. His work has been exhibited in major exhibitions in Salvador, Feira de Santana, São Paulo, Rio de Janeiro, where he was awarded at the Salão de Artes do Rio de Janeiro. In 2011, Franco received a highlight trophy in Niterói City, and his work shown at the Exhibition of Contemporary Art in Barcelona won a mention for the best theme award. Franco is scheduled for a solo exhibition at the Palacete das Artes, in Salvador, Bahia, starting December 14th. A gallery where great artists shows their works, such as Rodin, Mario Cravo, Newton Mesquita, Frans Krajcberg, Cesar Romero, Tunga, Pierre Verger, Jenner Augusto, Iberê Camargo, Bel Borba, among others. Franco works with paintings, drawings, photographs, sculptures. The artist influences go through Impressionism and Expressionism, to seek references to create his own repertoire. He focuses all the vibration of light and color, the human figure that melt in spots, to be paintings and nothing else, tracing a route with figure and background shiftong shadows that suggest images or voids in the landscape, an approach that evokes a dreamy abstraction.

Série 100 sentido!

A nossa felicidade depende mais do que temos nas nossas cabeças, do que nos nossos bolsos.

Arthur Schopenhauer

http://www.desenvolvimentourbano.salvador.ba.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=165&Itemid=49

Vai ter arte também na 5ª Conferência Municipal de Salvador, a ser realizada nos dias 27 e 28 de maio, na Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem), no Centro Administrativo (CAB). Genuína linguagem artística das ruas, o grafite vai expressar os temas que estarão em discussão no evento em quatro painéis.

Durante a manhã do dia 27, os artistas Miguel Cordeiro, Ricardo Franco, Romualdo Câmara, Samuca e Tácio V estarão com seus sprays dando formas criativas às questões urbanas nas linguagens do grafite, stencil, colagem e pichação em painéis com dimensões de 2,20m x 1,60m, localizados no vão central da Flem.

Arte de rua é atração da 5ª Conferência Municipal

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Vai ter arte também na 5ª Conferência Municipal de Salvador, a ser realizada nos dias 27 e 28 de maio, na Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem), no Centro Administrativo (CAB). Genuína linguagem artística das ruas, o grafite vai expressar os temas que estarão em discussão no evento em quatro painéis.

Durante a manhã do dia 27, os artistas Miguel Cordeiro, Ricardo Franco, Romualdo Câmara, Samuca e Tácio V estarão com seus sprays dando formas criativas às questões urbanas nas linguagens do grafite, stencil, colagem e pichação em painéis com dimensões de 2,20m x 1,60m, localizados no vão central da Flem.

Expressão dos protesto das manifestações estudantis de 1968, em Paris, do qual se destacou o “É Proibido Proibir”, o grafite ganhou o mundo. Se no final dos anos 1970 deu visibilidade à criatividade de Basquiat em Nova Iorque, nessa mesma época, em Salvador, foi a forma adotada por dezenas de jovens baianos para driblar a repressão da Ditadura Militar.

Com seu personagem “Faustino”, Miguel Cordeiro era um dos pioneiros do grafite baiano, em 1978. Nos muros da capital baiana, em suas minimalistas frases-crônicas, ele revelava e denunciava o estado das coisas em sutis ironias. Recentemente, Miguel voltou à cena com descrições bem humoradas e certeiras da realidade, como: “Faustino estuda para concurso de auditor fiscal”.

Ao lado de Ricardo Franco, Miguel Cordeiro está fazendo a curadoria do evento que vai dar um toque de arte à 5ª Conferência Municipal das Cidades. Para a intervenção artística, a dupla convidou o artista plástico Romualdo Câmara, vencedor da Bienal do Recôncavo 2000, e os grafiteiros Samuca e Tácio V, ativos artistas das ruas de Salvador.

A participação da arte de rua na 5ª Conferência Municipal de Salvador, para Ricardo Franco, é um reconhecimento ao trabalho de vários artistas que se dedicam a essa atividade. “A cidade é uma tela em branco, em todo lugar existe a possibilidade de uma intervenção artística”, observa.

Participação Popular

A Secretaria Municipal de Urbanismo e Transporte (Semut), realizadora do evento, disponibiliza no sitewww.desenvolvimentourbano.salvador.ba.gov.br/conferencia um link de acesso a informações completas sobre a 5ª Conferência Municipal de Salvador, que integra o ciclo de conferências das cidades.

As conferências das cidades são instrumentos de participação popular, prevista na Constituição Brasileira de 1988, reunindo a sociedade e o governo para debater questões que envolvem diretamente a vida das pessoas.

Durante o evento, serão elaboradas propostas a serem encaminhadas para discussão na conferência estadual. Os resultados serão levados à Conferência Nacional das Cidades, em Brasília, marcada para o período de 20 a 24 de novembro deste ano.
 
 

 

“Viver com Arte”: exposição do Cidadelle reúne principais artistas plásticos da Bahia

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Depois do lançamento do bairro planejado Cidadelle, que foi um sucesso de vendas, a Cidadelle Empreendimentos apresenta mais uma novidade: a “Viver com Arte”, uma exposição que vai expor as obras de artes dos principais artistas plásticos da Bahia. A abertura da exposição será no dia 29 de abril, a partir das 19 horas, no Espaço Cidadelle, localizado na BR-415, próximo ao Atacadão. A mostra ficará aberta ao público de 30 de abril até 15 de maio.

Artistas como Bel Borba, Goca Moreno, Sérgio Rabinovitz, Osmundo Teixeira, Ricardo Franco, Zebay e Guilherme Albagli são algumas das personalidades que participarão da abertura da exposição. 

Espaço Cidadelle
Quem pensa que o Espaço Cidadelle é apenas um lugar para tratar de vendas e negócios está enganado. O ambiente, onde funciona a sede da Cidadelle Empreendimentos, também é um local destinado à realização de eventos de diversos segmentos como moda, gastronomia, artes e sustentabilidade. O objetivo é movimentar a região de Ilhéus e Itabuna e reafirmar o conceito de inovação e sustentabilidade, tanto ecológica quanto cultural, presentes no Cidadelle. 

Diversos eventos já estão programados para acontecer no Espaço Cidadelle. Após a “Exposição de Artes”, a Cidadelle empreendimentos realiza o evento voltado à decoração, que ajudará os futuros moradores do Cidadelle a decorarem as suas casas através das dicas da diretora da Escola Baiana de Artes e Decoração, Nágila Andrade, um dos maiores nomes no que se refere a design de interiores na Bahia. 

Também estão programados para acontecer no Espaço Cidadelle eventos gastronômicos, Workshop Ecológico, Curso de Vinhos com o sommelier e ações beneficentes.

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